Pastorais e Movimentos

Pastorais:

A pastoral do turismo é a ação da Igreja que visa evangelizar com novos métodos as pessoas envolvidas na prática do turismo, tanto aquelas que se deslocam pelos mais variados motivos como as que estão envolvidas em todo processo. A missão da Igreja nesse âmbito consiste, justamente, em dar um rosto humano ao turismo. Falar de turismo significa referir-se à realidade da mobilidade humana, que tem sem seu centro o ser humano. “O propósito central da pastoral  do turismo é o de suscitar aquelas condições excelentes que ajudam o cristão a viver a realidade do turismo como momento de graça e de salvação. O turismo pode ser considerado, sem dúvida, como um daqueles novos areópagos de evangelização, um daqueles grandes campos de civilização contemporânea e da cultura, da política e da economia, nos quais o cristão é chamado a viver sua própria fé e sua vocação missionária (Pontif. Conselho para os Migrantes – Orientações para a pastoral  do Turismo, 18)”.

Como um todo a Igreja apresenta um conjunto harmonioso e agradável, em ressonância também harmoniosa com o estilo de arquitetura e construção de Búzios, ou melhor, dizendo, que vem sendo adotado na Cidade de Búzios.

A Igreja de Santa Rita tem como vizinha em seu pátio frontal, a Capela da Nossa Senhora Desatadora de Nós, que foi erguida em 2001.

Endereço

A igreja localiza-se na Av. José Bento Ribeiro Dantas, 3.333 em Geribá. Alguns chamam o local de Manguinhos, mas o certo é que, ela situa-se na parte da Búzios que fica entre as praias de Manguinhos e Geribá.

Pastoral  Litúrgico é o modo de organizar a comunidade, visando a formação litúrgica, a preparação e a realização de celebrações. Desta definição vamos destacar três palavras:

Organização: a primeira função da Pastoral Litúrgica é organizar a Liturgia que acontece em uma comunidade. Isso tem uma série de consequências: é preciso organizar a Pastoral Litúrgica em equipes. Apontaremos três: equipe litúrgica; equipe de celebração; equipe do ministério da música.

Equipe litúrgica tem como finalidade organizar todo o trabalho litúrgico da comunidade: missas, celebrações, horas santas, procissões, celebrações catequéticas, etc.

Equipes de celebração são encarregadas de fazer acontecer a celebração. Trabalham sempre em sintonia com o pessoal da música e com o padre. Se a equipe litúrgica é fixa, ao menos por um período, as equipes de celebrações são variáveis; são constituídas para uma missa ou para alguma celebração. Sempre, contudo, tais equipes devem ser constituídas com antecedência. Não se admite que antes da missa, por exemplo, alguém saia pela igreja à procura de pessoas para fazer leituras, comentários ou coisas do gênero.

Equipe do ministério da música, como o termo já diz, é a responsável pela música nas celebrações. Deve conhecer bem e ensaiar os cânticos periodicamente com a comunidade, estar atenta aos instrumentistas para perceber quem está capacitado a tocar algum instrumento na celebração, providenciar instrumentos e aparelhos de som que ajudem a celebrar bem.

A Pastoral do Dízimo é um serviço realizado na Igreja e tem como papel principal de conscientizar cada participante da comunidade da sua responsabilidade com a sua Igreja e com a sua Comunidade, levando-a a refletir e organizar as contribuições. Tornar o cristão responsável comunitariamente.

O que é o dízimo?

O dízimo é uma expressão de gratidão a Deus por tudo o que recebemos. É uma contribuição voluntária, regular, periódica e proporcional aos rendimentos recebidos, que todo batizado deve assumir como sua obrigação em relação à manutenção da vida da Igreja.

A Pastoral Familiar é um serviço que se realiza na Igreja e com a Igreja, de forma organizada e planejada através de agentes específicos, com metodologia própria, tendo como objetivo apoiar a família a partir da realidade em que se encontra, para que possa existir e viver dignamente, estabelecer relacionamentos e formar as novas gerações conformeo plano de Deus.
Abrange todas as famílias, independente de sua situação familiar, com o propósito de promover a inclusão e resgatar os valores e a dignidade de cada pessoa. A Pastoral Familiar surge como uma resposta da Igreja em favor da

Família que, agredida, se desestrutura e tem dificuldades de existir, evangelizar formar verdadeiros cidadãos, conhecedora de seus direitos e deveres.

Missão da Pastoral Familiar

A missão da Pastoral Familiar é a defesa e promoção da pessoa em todas as etapas e circunstâncias da vida e a defesa dos valores cristãos para o matrimônio e os relacionamentos pessoais e familiares. É imprescindível promover articulações dentro e fora da Igreja, para defender a vida em todas as suas etapas e dinamizar e orientar ações em favor da família.

Metas principais da Pastoral Familiar

  1. Fazer da família uma comunidade cristã; 2) Fazer com que a família seja Santuário da Vida. 3) Resgatar para a família seu justo valor de célula
    primeira e vital da sociedade; 4) Tornara Família missionária e Igreja doméstica. 5) Acolher toda a família a partir da realidade em que se encontra; 6) santificar os laços familiares; 7) Oferecer com qualidade formação aos noivos; 8)Despertar a família para o papel de educadora; 9) Oferecer apoio aos casais e famílias; 10) Promover a missão em família; 11) aticular o trabalho em conjunto com as outras pastorais; 12) Estabelecer articulações também com forças externas à Igreja.

Setores da Pastoral Familiar

Setor Pré-Matrimonial:

Articular com catequese (pais e catequizando), jovens e escolas, evangelizar namorados e noivos.

Setor Pós-Matrimonial:

a) Oferecer ajuda e formação para recém-casados e grupos familiares; b) Formação contínua para vida conjugal, familiar e comunitária.

Setor Casos Especiais

1) Famílias em situações conflitivas (motivos alheios a sua vontade. Ex. droga, alcoolismo, etc.), 2) Famílias em situações irregulares (matrimônio à experiência; uniões livre de fato; católicos unidos apenas no casamento civil; separados e divorciados sem 2a união; divorciados que contraem nova união - casais de 2a união). 3) Famílias em situações especiais (matrimônio misto; matrimônio canônico precedito de divórcio civil; os sem-família). Acolher a todos incentivando e acompanhando, conforme sua situação, a participarem da vida da Igreja.

A Obra Social tem como finalidade concretizar em ações sociais e específicas o cuidado da Igreja diante de situações reais de marginalização. Os textos bíblicos destacam em suas páginas alguns rostos que têm a predileção do amor

de Deus. São rostos anônimos, os quais, em função do trabalho pastoral , vão recuperando o nome e a história na medida em que são assumidos com amor.
A Obra Social é essa solicitude do Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro voltada especialmente para a condição socioeconômica da população. Há uma preocupação com as questões relacionadas à saúde, à habitação, ao trabalho, à educação, enfim, às condições reais da existência, à qualidade de vida. “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). Todos os dias, e pessoas de baixa renda ou em situação de vulnerabilidade social são beneficiadas por projetos desenvolvidos graças às doações recebidas de devotos.
São ações promovidas: o atendimento às famílias carentes; desenvolvimento humano;; assistências jurídica e psicológica; oficinas educativas;; acolhida a idosos; e cursos de geração de renda. Em todas, o amor da Mãe do Perpétuo Socorro se faz presente por meio da solidariedade dos devotos, voluntários, colaboradores e Missionários Redentoristas. Sempre com o olhar voltado àqueles mais fragilizados, as Obras Sociais exercem diariamente o trabalho de cultivo da fé, da espiritualidade, dos direitos e responsabilidades sociais, associado ao acesso à educação, saúde, cultura, esporte, lazer e alimentação.

Resumindo, essa dimensão sócio transformadora da Obra Social é constituída de quatro aspectos complementares e indissociáveis: sensibilidade para com os fracos e indefesos, promoção humana, profetismo no combate à injustiça e espiritualidade libertadora.

Definição

A Pastoral da Esperança é a presença amiga, fraterna e solidária da comunidade eclesial junto àqueles que passam por um momento de dor com a perda de um ente querido, prestando solidariedade, conforto e apresentando súplicas para os defuntos e ao mesmo tempo dá aos vivos o consolo da esperança. A Pastoral deve lembrar aos presentes que a vida cristã não está limitada à realidade terrena, mas perpassa esse tempo e esse lugar. O Senhor Ressuscitado é o modelo perfeito da nossa realidade futura, o que nos anima na superação deste momento (cf. Jo11,25; Rm 6,4; Ef 2,6; Cl 3,1; 2 Tm 2,11).

Missão da Pastoral

  • Confortar espiritualmente as famílias enlutadas (através de celebrações bem preparadas, visitas, presença etc).
  • Assistir estas famílias nos velórios.
  • Preparar com especial zelo a celebração das exéquias, considerando o profundo sentido pascal da morte cristã, a sensibilidade dos presentes e a necessidade de se aproveitar o momento para trazer o real sentido da morte.
  • Celebrar as exéquias, valorizando todos os símbolos inerentes àquele momento (a Bíblia, as velas, as flores, a cruz etc).
  • Realizar encontros de oração nas residências destas famílias.
  • Evangelizar e mostrar que não se reza apenas pela morte, mas sim pela ressurreição, pela vida eterna.
  • Aproveitar o momento de sensibilidade humana para falar da esperança a todos e da necessidade da fé na ressurreição dos mortos como ponto central da vida cristã.
  • Providenciar sepultamento dos indingentes ou de pessoas que não tenham família.

O que é a Pastoral de Eventos?

É uma pastoral que promove e dá suporte amplo em termos de estrutura para os eventos, sejam eles organizados pelas outras pastorais, parcerias com outras paróquias e até mesmo pela própria equipe.

Objetivo:
O objetivo desta pastoral é a comunhão e a confraternização dos membros da nossa paróquia; integrando a comunidade, promovendo a harmonia nos festejos, com o comprometimento de todos, despertando o respeito e o ânimo dos paroquianos, na construção de uma comunidade que caminha nos caminhos de Jesus.

Missão da Pastoral:
Fundamentalmente esta preciosa equipe organiza, gerencia e administra todos os eventos da paróquia, que podem fazer parte do calendário paroquial, de  maneira fixa ou eventual.

O que é a Pastoral do Batismo?

A Pastoral do Batismo ministra momentos de espiritualização sobre o Sacramento do Batismo à luz do anúncio da Boa Nova. O objetivo da Pastoral é conscientizar pais e padrinhos sobre o valor do batismo e demais sacramentos. Atualmente, o esforço pastoral segue no sentido de mostrar que o batismo seja, cada vez menos, um rito puramente tradicional e social, e cada vez mais uma entrada consciente do homem para o mundo de Cristo e seu Evangelho.

Ao desejar batizar uma criança, antes de tudo deve-se ter consciência de que a graça batismal é uma realidade rica que produz o nascimento para a Vida Nova, pelo qual o homem se torna filho adotivo do Pai, membro de Cristo, herdeiro do Reino de Deus e templo do Espírito Santo.

Preparação para o Batismo

A pastoral promove encontros de formação, com pais e padrinhos, visando à recepção do batismo. A participação é obrigatória para a realização do batizado.

O Encontro de Preparação considera a doutrina da Igreja, a vivência da fé cristã e a celebração do batismo. Seu objetivo é destacar sempre o sentido do Mistério Pascal em nossa vida e o compromisso que devemos ter como cristãos no mundo de hoje.

A Igreja orienta que as crianças filhas de pais cristãos sejam batizadas nas primeiras semanas de vida e, de preferência, na paróquia onde os pais têm residência. Se os pais quiserem que a criança seja batizada em outra paróquia devem procurar a Secretaria Paroquial e adquirir os documentos necessários para a transferência.

Para o cristão, o Matrimônio é um sacramento de missão. É por vocação que se assume a aliança conjugal para viver a missão de constituir família, formar um lar, gerar filhos e se realizar como pessoa, testemunhando pela união conjugal o mistério da comunhão trinitária.

A pastoral dos Noivos é formada por casais que se dedicam a orientar e passar informações teológicas e doutrinárias, procurando acolher as vivências de cada um e as preocupações dos jovens que se preparam para o casamento.

A Pastoral dos noivos tem como objetivos:

– Proporcionar uma reflexão madura e séria a respeito do compromisso que os noivos vão assumir.

– Criar laços de amizades entre os casais.

– Despertar para a vida de comunidade.

– Ajudar a detectar os problemas que prejudicam e até acabam com o casamento, estudando as possíveis soluções.

– Despertar o espírito de fraternidade, solidariedade, fé, sentido da vida e o valor da oração.

– Pensar com os noivos no tipo de família que desejam formar, nos filhos que virão, na sua educação, nos exemplos lhes darão.

– Deixar claro a necessidade do diálogo, da compreensão, da fidelidade, do perdão, da doação, na vida da família.

Ajudar a perceber a necessidade de a família ser aberta, inserida na comunidade, na sociedade e no mundo.

Perceber, olhando para o tempo de vida matrimonial dos casais da equipe, que é possível a indissolubilidade do casamento.

– Mostrar que a Igreja se preocupa e deseja a felicidade de todos.

Para atingir estes objetivos, foi adotado o método de “incentivo à participação ativa”, onde através de encontros reflete-se sobre os itens acima, além de se ter momentos de oração, trabalhos em grupos, abertura de painéis, esclarecimentos e complementações, cafezinhos e almoços bem alegres com brincadeiras para descanso e descontração, cânticos e conversa a dois.

  1. O que é a Pastoral da Saúde?

A Pastoral da Saúde é a ação evangelizadora de todo o povo de Deus, comprometido em promover, preservar, defender, cuidar e celebrar a vida, tornando presente no mundo de hoje a ação libertadora de Cristo na área da saúde. Tem como objetivo “evangelizar com renovado ardor missionário o mundo da saúde, à luz da opção preferencial pelos pobres e enfermos, participando da construção de uma sociedade justa e solidária a serviço da vida” (GPS, 2010, n. 89). É uma ação solidária que ultrapassa os limites pessoais e familiares, pois deve se estender para a ação comunitária. Deve atingir a luta pelos direitos fundamentais no campo da saúde. Deve trabalhar a saúde integral e integrada. A tarefa da Pastoral da Saúde é promover, cuidar, defender e celebrar a vida, tornando presente na história o dom libertador e salvífico de Jesus, sendo humanizadora e evangelizadora, e deve “tornar presente os gestos e as palavras de Jesus misericordioso, e que infunde consolo e esperança aos que sofrem” (GPS, 2010, p. 16). Anuncia o Deus da vida e promove a justiça e a defesa dos direitos dos mais fracos e dos doentes. Quando Jesus enviou os apóstolos, mandou que curassem os doentes como sinal inequívoco da presença do Reino, conforme o Evangelho de Marcos (10,1). Em sua missão de pregar o Reino e curar os doentes, Jesus reintegrava as pessoas à sociedade.

  1. As dimensões da Pastoral da Saúde (GPS 91 a 93)

Solidária – vivência e presença samaritana junto aos doentes e sofredores nas instituições de saúde, na família e na comunidade (portadores do vírus HIV, Aids, deficiências, drogados, alcoolizados…). Visa atender a pessoa integralmente, nas dimensões física, psíquica, social e espiritual.

Comunitária – visa à promoção da saúde e a educação para a saúde; relaciona-se com saúde pública e saneamento básico, atuando na prevenção das doenças. Visa à capacitação de agentes multiplicadores de saúde e à criação de grupos comunitários. Procura valorizar o conhecimento, a sabedoria e a religiosidade popular em relação à saúde.

Político-institucional – atuação junto aos órgãos e instituições públicas e privadas que prestam serviços e formam profissionais na área da saúde. Participação nas conferências, nos conselhos municipais, estaduais e nacional de saúde e nas assembleias, buscando a humanização do sistema de saúde, a fiscalização e a denúncia quando isso não for possível. Zela para que haja reflexão bioética, formação ética e uma política de saúde sadia.

A Pastoral da Sobriedade é a ação concreta da Igreja na Prevenção e Recuperação da Dependência Química.

É uma ação pastoral conjunta que busca a integração entre todas as Pastorais, Movimentos, Comunidades Terapêuticas, Casas de Recuperação para, através da pedagogia de Jesus-Libertador, resgatar e reinserir os excluídos, propondo uma mudança de vida através da conversão.

Pastoral é uma atuação especial da Igreja, diante de um problema da sociedade, no momento em que ele se apresenta. É uma resposta da Igreja a uma problemática social.

Considerando que 25% da população brasileira está, direta ou indiretamente, ligada ao fenômeno das drogas, que cada vez mais cedo os adolescentes entram em contato com as drogas, carregando consigo, em média, quatro outras pessoas, chamadas de co-dependentes, membros da família e amigos, a Pastoral da Sobriedade capacita aqueles, que de alguma maneira, se identificam com a causa e desejam lutar pela vida, tornando-se um Agente da Pastoral da Sobriedade.

Movimentos:

Dias de aula: HORÁRIO E DIAS DE AULA LIGAR PARA A COORDENADORA

Educar é mandato sublime, seja em qual for a área do conhecimento humano. Já instruir na fé é ministério sagrado, reservado a seres especiais. Assim se constitui a missão do (a) catequista. Voz da Igreja que parte, amplia e reparte o alcance do anúncio libertador. Pessoa de abdicação, inserida no seu tempo, atualizada. Estrategista que encontra tempo e disposição de se colocar a serviço. Malabarista equilibrador de trabalho, família e Igreja. Acrobata que se sustenta nas finas cordas das labutas diárias, amparado por uma força maior, causando suspiros nervosos e aplausos no final. Agricultor cujo cultivo são as amizades, cuidadas com fineza nos gestos e regadas pela delicadeza materna no trato, anunciadores e reveladores do amor Criador. Matemático prático que se divide e multiplica, dando conta de reuniões, encontros, planejamentos, estudos e infindáveis documentos eclesiais. Artista talentoso interpretador de vários papéis, sendo pai, mãe, médico, escritor, cantor, animador, palhaço, terapeuta, diretor espiritual e tantos quantos forem necessários.

De forma bem resumida, o catequista é isso! Mas ser catequista é muito mais! É apresentar a boa nova a mentes e corações sedentos do Eterno. Apaixonar-se pela vida e pelo seu ministério, saboreando o banquete da partilha e temperando com generosas pitadas do Sagrado a vida de sua gente. Fazer com que nos reconheçamos filhos amados, descortinando um horizonte no qual nos percebemos participantes de uma mesma e grande família. Despertar a corresponsabilidade, sentimento e atitude impulsionadora ao cuidado com o próximo, o planeta. Polir o espelho de nossa existência, embaçado pela modernidade egoísta, deixando-nos enxergar nossa imagem no outro, semelhante que nos instiga a ser melhores. Fazer experiências que o Sublime se “gentificou”, dignificando nossa espécie, na certeza da possibilidade de santificarmos a humanidade, eternizando o oculto numa aparência passageira. É ser profeta, enxergar além, garimpar a presença de Deus nas labutas humanas, apontar com segurança, criatividade e ousadia o Caminho que nos leva ao Pai.

Enfim, ser catequista é, acima de tudo, ser “ser-humano” obediente ao projeto do Pai, ser cristão consciente de sua missão de espalhar a Boa Nova do Reino a todas as criaturas.

O que é ser coroinha?

Desde uma tenra idade estes adolescentes são convidados a doar tempo da sua vida em testemunhar Jesus Cristo e viver em intimidade com Ele no serviço ao altar, nas celebrações eucarísticas. São convidados a dar testemunho da sua missão também na família, na escola, no grupo de catequese e assim por diante.

Ser coroinha é algo muito importante, pois se presta um serviço à Igreja, ao sacerdote e, principalmente, a Deus. O coroinha ou a coroinha ajudam o padre a celebrar a missa e outras cerimônias da igreja, em toda a sua liturgia.

Responsabilidade dos coroinha

  1. - Participar das reuniões; missas e demais compromissos assumidos.
  2. - Seja pontual. Chegue a tempo para as reuniões e celebrações.
  3. - Seja organizado. Esteja sempre limpo, cabelo penteado e presos, calçados e roupas bem arrumados.
  4. - Seja cuidadoso com as coisas da igreja e do altar.
  5. - Trate dos paramentos e objetos litúrgicos com respeito como objetos destinados ao culto divino.
  6. - Seja humilde e preste atenção ao que lhe for ensinado.
  7. - Durante os atos litúrgicos evite conversas, risos ou brincadeiras (durante as celebrações evitar circulações no presbitério).
  8. - Cultive o gosto pela oração e leia um trecho da Bíblia cada dia.
  9. - Dedique-se ao estudo da liturgia, a fim de celebrar cada vez melhor.
  10. - Observe o silêncio na igreja e na sacristia. E mantenha a concentração, principalmente antes de começar o ato litúrgico.

O que é preciso para ser coroinha?

  1. Basta ter boa vontade
  2. Ser disponível para Deus e para sua comunidade.
  3. Esforçar-se para ser bom, procurando viver o que Jesus viveu.

O que se exige de um coroinha?

- Chegando ao templo: Ao chegar a Igreja, o coroinha deve dirigir-se à capela do Santíssimo Sacramento, ou ao altar em que o sacrário contempla Jesus sacramentado. Aí deve fazer uma genuflexão e permanecer em oração por alguns instantes, numa conversa com Jesus Cristo. Só então ele deverá dirigir-se á sacristia, para iniciar as atividades da celebração.

Do coroinha exige-se piedade, postura, respeito para com os ministérios, respeito para com o sacerdote, e atenção para com os fiéis da assembleia, respeito com o templo.

Juntos os coroinhas formam um grupo muito importante, no qual poderão encontrar união, compreensão, confiança e estima, coisa de que tanto precisam. O Pároco deverá, dentro do possível, acompanhar cada um deles em sua realidade pessoal, ajudando-os  no que for possível. Ser coroinha exige responsabilidade, e devem assumir todos juntos, e cada um em particular, com amor, este serviço a Cristo e sua Igreja.

O que o coroinha deve conhecer?

  1. A santa missa, parte por parte.
  2. Os lugares da igreja
  3. Os livros sagrados
  4. Os utensílios usados na celebração
  5. As vestes litúrgicas
  6. Seguir o que a igreja ensina

O Encontro de Casais com Cristo – ECC – é um serviço da Igreja, em favor da evangelização das famílias. Procura construir o Reino de Deus, aqui e agora, a partir da família, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo. Para isto, busca compreender o que é “ser Igreja hoje” e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a Justiça Social.

A evangelização do matrimônio e da família é missão de toda a Igreja, em que todos os fiéis devem cooperar segundo as próprias condições e vocação. Deve partir do conceito exato de matrimônio e de família, à Luz da Revelação, segundo o Magistério da Igreja.

Dias de reunião: Todos os dias à partir das 20:00h.

Grupo de Oração:

  • Segunda - Santo Antônio; Rasa
  • Terça- Santa Rita; Manguinhos
  • Quarta - Sant'Anna; Ossos
  • Quinta - São José; São José
  • Sexta- N.S Aparecida;  Cem Braças

O/A Renovamento Carismático Católico ou Renovação Carismática Católica (também chamada "RCC") é um movimento da Igreja Católica Apostólica Romana surgido nos Estados Unidos em meados da década de 1960 e espalhada por todo o mundo, pela influência da Movimento Carismático da Igreja episcopal protestante, dentro dum pensamento ecuménico, porém mantendo os dogmas do Catolicismo Romano.

A prática da RCC baseia-se na experiência pessoal com Deus, pela força do Espírito Santo e de seus dons, a fim de que todos se tornem discípulos de Jesus Cristo.

O movimento procura oferecer uma abordagem inovadora às formas tradicionais de doutrinação e renovar práticas tradicionais dos ritos e da mística da Igreja, mas sem desviar-se da Doutrina da Igreja Católica como muitos o fazem e permanecendo fiel a todos os preceitos católicos romanos. Existem atualmente mais de 100 milhões de membros espalhados pelo mundo (comumente denominados Católicos Carismáticos).

Acólito (do grego antigo ἀκόλουϑος - akóloutos) é um membro da Igreja Católica, instituído ou não, que auxilia os ministros ordenados (Bispo, Padre ou Diácono) nas ações litúrgicas, sobretudo na celebração da Santa Missa. É um ministério próprio dos homens, porém podem ser aceites mulheres para acolitar, não podendo ser, contudo, instituídas.

Cerimoniário é o ministro, ordenado ou não, responsável pela organização das celebrações litúrgicas, entre elas a missa, na Igreja Católica. Para tal pode haver um, dois ou mesmo uma equipe de cerimoniários, sendo um deles o cerimoniário-mor e os demais cuidam de partes específicas da celebração. Não existe nenhuma necessidade de o cerimoniário, estar em preparação para o sacramento da ordem.

Funções

São funções do cerimoniário organizar as procissões sejam elas de entrada, de saída, ou ainda procissões externas à Igreja. Também por e depor as insígnias episcopais(báculo e mitra), bem como o solidéu. Também segurar a casula do sacerdote celebrante nas incensações do altar, das oblatas, da cruz, círio pascal e imagens, caso não haja diáconos na celebração. É também dever do cerimoniário organizar coroinhas e acólitos. Durante a procissão do sanctus em direção ao altar, conduz o turiferário, o naveteiro e os ceroferários. E organiza-os de modo que o turiferário fique em 1º na fila ao lado do naveteiro. Atrás a cruz e dos lados os ceroferários.

ministro extraordinário da sagrada comunhão[1] é, na Igreja Católica, um leigo a quem é dada permissão, de forma temporária ou permanente, de distribuir a comunhão aos fiéis, na missa ou noutras circunstâncias, quando não há um ministro ordenado (bispo, presbítero ou diácono) que o possa fazer.

Chamam-se extraordinários porque só devem exercer o seu ministério em caso de necessidade, e porque os ministros ordinários (isto é, habituais) da comunhão são apenas os fiéis que receberam o sacramento da ordem. Na verdade, é a estes que compete, por direito, distribuir a comunhão. Por esse motivo, o nome desta função é ministro extraordinário da comunhão, e não da Eucaristia, visto que apenas os sacerdotes são ministros da Eucaristia, e a função dos ministros extraordinários da comunhão exerce-se apenas na sua distribuição.

Origem

Os ministros extraordinários da comunhão surgiram na Igreja Católica após o Concílio Vaticano II, como resposta à escassez de ministros ordenados, e à necessidade de pessoas que pudessem auxiliar os ministros ordenados na distribuição da comunhão em diversas circunstâncias, tarefa que para muitos se tornava demasiado extenuante devido ao tempo e esforço dispendido. A introdução de ministros  leigos que pudessem auxiliar na ausência de outros ministros ordenados teve como finalidade trazer mais eficácia e dignidade à distribuição da Eucaristia.

Bem acolhida na generalidade, esta novidade, contudo, não foi bem aceita por muitos católicos tradicionalistas, que sublinharam a anterior disciplina de não permitir aos leigos, em absoluto, tocar no pão ou no vinho consagrado nem nos vasos sagrados que os contêm.

O MSM é uma pequena semente plantada por Nossa Senhora no jardim da Santa Igreja. Em pouco tempo tornou-se árvore frondosa e estendeu os seus ramos a todas as partes do mundo.

É uma obra de amor, que o Coração Imaculado de Maria faz surgir, hoje, na Igreja, para ajudar todos a seus filhos a viverem, na confiança e esperança filial, os momentos dolorosos da purificação.

Nestes tempos de graves perigos, a Mãe de Deus e da Igreja, firme e incansável, apressa-se em ajudar, sobretudo os Sacerdotes, seus filhos de maternal predileção.

Legião de Maria (em latim: Legio Mariae) é uma associação internacional de fiéis da Igreja Católica Apostólica Romana formada por leigos que servem de forma voluntária com a finalidade de contribuir para a ação evangelizadora da Igreja, sob a poderosa proteção e sublime exemplo de Maria. Foi fundada em Dublin, Irlanda, como um movimento mariano católico romano por Frank Duff em 7 de setembro de 1921.

Mãe Peregrina é o centro de espiritualidade do Movimento Apostólico Internacional de Schöenstatt, que é um movimento católico mariano fundado em Schönstatt, na Alemanha, em 1914, pelo Pe. Joseph Kentenich. É o centro e origem mundial do Movimento, que tem como objetivo a renovação religiosa e moral das pessoas por meio da educação.

“A Igreja tem por missão transmitir a palavra do Evangelho que abre para a vida de Deus e de fazer descobrir o Cristo, Palavra de Vida, que oferece um caminho de crescimento humano e espiritual”.

A exemplo de seu Senhor, e solidário com seus irmãos na humanidade, a Igreja vem em socorro dos menores e dos mais fracos, cuidando daqueles que estão feridos, fortalecendo aqueles que estão doentes, reforçando a promoção pessoal de cada um.